A Black Friday é o pico da temporada de varejo, mas muitas marcas ainda perdem dinheiro com anúncios do Google Shopping para produtos que já esgotaram.
O problema. Os anúncios continuam a ser veiculados depois que os itens esgotam, gerando cobranças de custo por clique com pouca ou nenhuma chance de conversão. Num estudo do ShoppingIQ com 500 retalhistas globais, 97% continuaram a pagar por cliques em produtos indisponíveis, muitas vezes durante 24 a 48 horas.
Por que nos importamos. Anúncios esgotados desperdiçam orçamento, distorcem o desempenho da campanha e confundem o aprendizado algorítmico. Quando os cliques levam a becos sem saída, as taxas de conversão caem, as classificações caem, o ROI cai e os lances futuros tornam-se menos eficientes.
Exemplo. A Argos supostamente continuou a promover itens fora de estoque durante a Black Friday, frustrando os compradores e desperdiçando gastos com publicidade.
Taxas de atualização de atualização de estoque.
- ~24 horas: 90% dos varejistas
- 6–23 horas: 5%
- 48 horas: 2%
- Outros: 3%
A imagem maior. O Google Shopping é responsável por aproximadamente 75% dos gastos com pesquisas no varejo dos EUA, mas suas configurações padrão ainda permitem que anúncios fora de estoque sejam exibidos sem verificação.
Resultado final. A gestão de stock em tempo real é essencial para os retalhistas que realizam campanhas de alto risco durante a Black Friday e outros períodos de pico. Caso contrário, cada clique desperdiçado é dinheiro jogado fora.
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